Donju, os capitalistas que libertarão a Coreia do Norte

Em 2018 quando cheguei na estação de trem de Pyongyang, capital da Coreia do Norte, já fui surpreendido com uma primeira imagem: a quantidade de carros de luxo como Mercedes e BMW transitando pelas ruas sinalizavam que algo diferente estava acontecendo no último reduto comunista do mundo. Continuar lendo

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Millennials: presas da armadilha do bem

Cada geração tem uma identidade própria, um padrão, um mote, um comportamento que a define, normalmente resultado das experiências que seus pais vivenciaram e das quais eles desejam antagonizar. Continuar lendo

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Artigo Gazeta do Povo: O muro da educação: militantes de jaleco travestidos de professores

Após ser expulso de um grupo de professores de história por não ser de esquerda, fui convidado pela Gazeta do Povo, um dos mais tradicionais jornais do Brasil, com 100 anos de história, para escrever um artigo sobre a educação no Brasil e a hegemonia do pensamento marxista entre os docentes. Continuar lendo

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Privado pelo medo

Você percebe que está sendo privado pelo medo quando a única coisa que te impede de realizar algo que você deseja é você mesmo. Continuar lendo

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O perigo das bolhas sociais

Se você é do tipo que exclui alguém de sua rede social simplesmente porque ele pensa diferente de você, você certamente está em uma bolha! Continuar lendo

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Os fingidos da Educação Pública

Quando se fala em educação pública no Brasil, muitos fingem. E antes que você já comece a pensar “mas não é tudo assim”, já adianto: Sim, existem exceções, mas infelizmente a maioria dos envolvidos na educação pública são uns fingidos. E isto deve incluir você! Continuar lendo

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Não tenha um plano B

Reza a lenda que em 1519 quando Hernán Cortés, conquistador espanhol, saiu da recém conquistada Cuba rumo ao México com cerca de 600 homens em suas embarcações com o objetivo de tomar toda a região, ele não tinha um plano B, aliás, ele rejeitava tanto a possibilidade de ter um plano B que ele ordenou que todas as embarcações fossem queimadas para simplesmente não terem a opção de abandonar a missão. A única opção que tinham era ir para o combate, lutar e vencer. Continuar lendo

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Apelo: Periferia, volte para o RAP

Cresci no Capão Redondo. Vivi lá durante as décadas de 80 e 90 quando o RAP estava no seu auge. Já no final dos anos 90, tive um contato um pouco mais próximo com este estilo musical por ter participado de um projeto de um mega show de RAP e por ter um projeto online para despertar nos jovens da periferia o interesse pela escrita, contando suas histórias, escrevendo poesias etc. Continuar lendo

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Hoje são seus livros, amanhã será você

Estes dias eu estava ajudando a distribuir os livros acadêmicos em uma escola pública que tinham acabado de chegar para os alunos. Novos e com bom acabamento, estes materiais didáticos são essenciais para o acompanhamento das aulas, exercícios, lições de casa e estudo para provas e inclusive para o exame do ENEM, que garante o ingresso para uma universidade. Continuar lendo

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Você é só 1 em 6 bilhões

Em algum lugar no mundo você é exótico. Em algum lugar no mundo você é tão diferente, que eles olham para você com a mesma admiração com a qual você vê um aborígene.

São 6 continentes que falam 6.900 idiomas, com culturas completamente diferentes umas das outras, divididos em 193 países que abrigam mais de 6 bilhões de pessoas de diversas raças e etnias. Continuar lendo

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Dom Pedro II e Dona Teresa – Uma história que já aconteceu com você

É bem possível que você tenha uma história engraçada de um encontro que marcou com alguém que conheceu pela internet e a pessoa não era nada daquilo que você viu na foto. Ou, quem sabe, a pessoa que marcou sequer apareceu no encontro com você – o que é um grande indício de que a sua foto não correspondeu à realidade e a pessoa desistiu do encontro. Continuar lendo

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Quantos anos levaria para o Brasil se tornar uma Suíça?

Estamos vendo no Espírito Santo o caos instaurado. Pessoas comuns, possivelmente até do seu convívio social, se aproveitando de uma porta de uma loja de departamento que foi arrombada por algum bandido, para mostrar o que o brasileiro tem de pior. Com o ímpeto de tirar vantagem, no melhor estilo malandro brasileiro, saqueiam lojas lado a lado com aqueles que eles tanto abominam. Pessoas comuns, com bons carros, bem vestidas mas que não conseguiram resistir a tentação ao verem uma loja aberta (lê-se arrombada), com os produtos nas prateleiras e sem nenhum policiamento ou controle que as impedisse de pegá-los para si. Continuar lendo

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