QUEM SE IMPORTA

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Quem se importa te cuida. Porque quer te ver bem, quer te ver saudável, feliz, realizada. Quer saber se você chegou bem em casa. Xinga o seu chefe sem saber nem o que aconteceu, te defende, te protege. Te ajuda com o TCC sem nem entender da matéria, nem que seja só prá fazer um café e companhia para te manter acordada. Quem se importa olha para você como alguém que merece zelo, e não mede esforços para te cuidar. Continuar lendo

MORAL DA HISTÓRIA

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Estes dias alguém postou um comentário em um dos posts que eu fiz dizendo “Qual a moral da história?”. Se referindo ao fato de eu não tocar mais tanto, ou quase nada, nos assuntos do meu passado, de toda a dor e sofrimento que tive a cerca de um ano atrás, quando minha esposa faleceu. Senti que ela queria que eu falasse mais sobre a dor, sobre tristeza, sobre luto, sobre morte. Eu senti que ela queria que eu estivesse vestido de preto, chorando pela casa e falando em desistir da vida. Talvez trancado num quarto escuro, com três dias de banho atrasado e assistindo o filme do casamento repetidamente, só prá sofrer mais e mais. Continuar lendo

ARRISQUE!

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“Eu prefiro me arrepender de algo que eu fiz do que me arrepender de algo que eu deixei de fazer”.

Tá, alguém irá dizer “Calma, é importante ter equilíbrio”. Ok, mas tudo na vida requer equilíbrio, e esta mensagem vai para aquelas pessoas que são comedidas demais, que pensam demais, que se privam demais, e vivem de menos. Continuar lendo

SABE O QUE É LEGAL?

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Legal é você ligar para alguém e dizer: Vamos fazer alguma coisa? E ela responder “Sim” sem ao menos saber o que.

Legal é alguém receber uma notícia boa e, mesmo com 600 amigos no Facebook e uns 200 contatos no Whatsapp, você ser a primeira pessoa que ela conta a novidade.

Legal é não comer sozinho. Continuar lendo

MEU PAIS

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Eu agradeço meus pais pela liberdade! Não me lembro de meus pais me proibindo de algo, dizendo os tradicionais “eu mando e você obedece” ou “eu não permito isto ou aquilo”. Lembro que quando eu estava inclinado a fazer algo que eles não aprovaram, eles me convenciam de que aquilo não era o melhor para mim, mas eu sei que se eu insistisse muito, eles deixariam. Mas eu não insistia, pois eu entendia as consequências e os resultados das escolhas. Era muito comum eu ouvir algo como “você já sabe no que isto dá, então, cabe a você escolher se vai fazer ou não”. Continuar lendo